NEM TODOS OS PRESUNTOS IBÉRICOS SÃO IGUAIS

Somos o que comemos

Um estudo do CSIC-CIAL demonstra que o presunto ibérico possui mais propriedades antioxidantes quando provem de porcos alimentados durante duas montanheiras.

A convicção familiar dizia que os nossos produtos, além de terem uma textura, aroma e sabor únicos, eram mais saudáveis para os consumidores, porém, como sabê-lo ao certo? Neste momento, o caminho da Arturo Sánchez cruzou-se com o do Conselho Superior de Investigações Científicas, graças ao comitê de Ciência e Gastronomia da FACYRE, para participar em um estudo cujo resultado mostra que as propriedades antioxidantes podem significar benefícios para a saúde do consumidor.

Pela primeira vez, decidimos colocar todos os nossos conhecimentos e experiências na elaboração de ibéricos sob a lupa da ciência, com o objetivo primordial de comprovar se nossos métodos de elaboração, aperfeiçoados ao longo de 4 gerações, possuem benefícios sobre as propriedades saudáveis do produto final.

Após 18 meses de investigação, o estudo evidenciou que a capacidade antioxidante do presunto ibérico aumenta durante o processo de cura do presunto, pelo qual o presunto ibérico dos porcos que tinham sido alimentados durante duas temporadas com bolota possuem quase o dobro de capacidade antioxidante em comparação ao grupo que não consumia bolota ou que consumia bolota somente durante uma montanheira.

A evidência científica confirma que as duas montanheiras que os nossos animais completam oferecem aos nossos produtos, além de um sabor excepcional e único, propriedades benéficas para a saúde dos nossos consumidores.

Acesse a informação completa sobre a pesquisa através deste link.

Estudio jamón de bellota